A ROMANTIZAÇÃO DA MELANCOLIA

Muitas vezes, pensamos que nossos ídolos estão sempre nas coisas ou sentimentos de satisfação. O mais estranho é que de alguma forma podemos ser idólatras da tristeza. Não estou dizendo que a tristeza em si revela um coração idólatra. Mas, como todo ídolo, o problema não é tanto a coisa em si, mas na relação … Continue reading A ROMANTIZAÇÃO DA MELANCOLIA

UMA SEGUNDA RESOLUÇÃO E A SÍNDROME DO IMPOSTOR

Permita-me sugerir outra resolução para esse Ano Novo: Lutar contra os sentimentos de desconfiança que constantemente querem danificar minha alegria nas bençãos que Deus me deu ou dará. Sem perceber, desconfiamos das bençãos que o Senhor nos confia. Olhamos como se não fosse permitido nos alegrar, pois alguma coisa nos (1) impede de internamente ter … Continue reading UMA SEGUNDA RESOLUÇÃO E A SÍNDROME DO IMPOSTOR

UMA RESOLUÇÃO DE ANO NOVO E A SUPERIORIDADE ILUSÓRIA

Eu gostaria de sugerir uma resolução de ano novo. “Confiar menos nas minhas próprias percepções sobre tudo o que acontece dentro de mim”. Algo incrível acontece quando alguém diz: “ninguém sabe o que estou passando“, mas o próprio que fala também não sabe o que ele mesmo está passando. Como ele consegue dizer apenas o … Continue reading UMA RESOLUÇÃO DE ANO NOVO E A SUPERIORIDADE ILUSÓRIA

REFLEXÕES SOBRE A INSÔNIA

Adoramos soluções simples. Está ansioso? Então, dizem: “pare de ficar ansioso”. Está com medo? “pare de ficar com medo”. Está com insonia? Então, durma. Às vezes, precisamos da simplicidade, mas nunca como uma fuga da complexidade. Começo assim porque a insônia é do tipo de problema aparentemente simples, mas confuso, estranho, doloroso, que, muitas vezes, … Continue reading REFLEXÕES SOBRE A INSÔNIA

CHOPIN, A TRISTEZA E A GRAÇA

Certas coisas fogem de nós sem deixar rastros. Elas vêm e vão na mesma velocidade, e da mesma forma, indecifrável. Uma dessas coisas pra mim, é o meu senso de prazer estético. O prazer da apreciação. Mas, veja, não estou falando do ato de apreciar em si, mas do prazer do belo. Em momentos confusos, … Continue reading CHOPIN, A TRISTEZA E A GRAÇA

PERGUNTAS QUE UM DIA EU (TALVEZ) FAREI

Quando nos auto-avaliamos, necessariamente olhamos para trás. Quando somos jovens, o horizonte do passado ainda não está tão distante, a linha de partida pode ser facilmente vista. Mas, e quando já tivermos a milhas de onde começamos? Quando o horizonte de partida já não é mais visto e o de chagada também ainda não pode … Continue reading PERGUNTAS QUE UM DIA EU (TALVEZ) FAREI

UM DIA LEMBRAREI

Um dia lembrei que no céu, talvez, teremos memória e não houve um sentimento próprio para a eternidade em meu coração. Pois, ao meditar nas minhas memórias, percebi a vontade de apagá-las, mas também de tê-las. Pois nas alegrias das minhas lembranças, haviam sombras. Eu quero as alegrias, mas não com suas sombras. Mas como … Continue reading UM DIA LEMBRAREI

DORES MISTERIOSAS

O primeiro post desse blog foi sobre os “amigos indesejáveis” no ministério. Indesejáveis porque, em parte, não foram planejados, são “perplexidades” que apenas chegam em nossa vida (meu segundo post). “Coisas” assim, podem ser ‘dores mentais’ não planejadas, indesejáveis, mas inevitáveis, em certas vidas. Quando me deparo com a questão das “dores mentais”, rapidamente, me … Continue reading DORES MISTERIOSAS

OS PASSOS QUE AINDA NÃO ANDEI

O título dessa postagem faz referência ao ser um pastor ainda jovem. Mas, antes de explicar essa relação, permita-me fazer uma confissão. Durante algum tempo eu desacreditei que o ministério pastoral pudesse ser exercido na juventude. Não pense que a minha descrença veio por conta de algum desrespeito de outro contra mim. Ela veio, na … Continue reading OS PASSOS QUE AINDA NÃO ANDEI

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